
Sobre as estrelas
Deitada na grama, o céu empoeirado de estrelas. Passei o dedo e - curioso - algumas vieram grudadas na ponta. Olhei para cima e assoprei. Foi tanta estrela caindo que agora eu mal consigo enxergar de tanta esperança.
Deitada na grama, o céu empoeirado de estrelas. Passei o dedo e - curioso - algumas vieram grudadas na ponta. Olhei para cima e assoprei. Foi tanta estrela caindo que agora eu mal consigo enxergar de tanta esperança.
Quando você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma escada, à beira de uma janela, no chão do seu quarto. Escreva no ar, com o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso e vá pingar pelo queixo. E quando a ponta dos dedos estiverem úmidas, pegue as palavras que lhe fizeram companhia e comece a lavar o escuro da noite, tanto, tanto, tanto... até que amanheça.
BEIJOS PARA TODOS OS AMIGOS
5 comentários:
Olá!!
O novo dia chega e com ele uma nova oportunidade de recomeço...
Obrigada querida Ma,pela visita e pela mensagem de esperança.
bjsssssss
E é assim eninha, concordo!
É preciso sim, lavar o escuro da noite! E escrever estrelas no chão dorido!
Lindo e tanto!
Ternurento abraço, querida
Amei minha amiga, lindo demais. Tenha uma linda semana. Carinhos
Passando para te deixar com algumas estrelas!
Biiii
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