Neste blog pretendo reviver lembranças de "escritos" antigos e outros mais novos, meus e de pessoas que admiro.
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quarta-feira, 24 de maio de 2017
domingo, 25 de outubro de 2015
terça-feira, 15 de abril de 2014
Considerações poéticas sobre um dia de chuva
Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva
Não faz ruído senão com sossego.
Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva
Do que não sabe, o sentimento é cego.
Chove. Meu ser (quem sou) renego…
Tão calma é a chuva que se solta no ar
(Nem parece de nuvens) que parece
Que não é chuva, mas um sussurrar
Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Nada apetece…
Não paira vento, não há céu que eu sinta.
Chove longínqua e indistintamente,
Como uma coisa certa que nos minta,
Como um grande desejo que nos mente.
Chove. Nada em mim sente…
Fernando PessoaNão faz ruído senão com sossego.
Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva
Do que não sabe, o sentimento é cego.
Chove. Meu ser (quem sou) renego…
Tão calma é a chuva que se solta no ar
(Nem parece de nuvens) que parece
Que não é chuva, mas um sussurrar
Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Nada apetece…
Não paira vento, não há céu que eu sinta.
Chove longínqua e indistintamente,
Como uma coisa certa que nos minta,
Como um grande desejo que nos mente.
Chove. Nada em mim sente…
sábado, 12 de abril de 2014
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
domingo, 23 de dezembro de 2012
Os vestidinhos de mamãe
Amigos queridos,
Publiquei este texto no Natal do ano passado, mas a saudade daqueles tempos dos vestidinhos, me faz publicá-lo novamente...
Nesta epoca do ano eu me lembro muito de minha mãe...não tínhamos muito mas ela sempre,em todos os Natais de nossas vidas,fazia vestidinhos para criancinhas carentes da idade de uma de nós[éramos duas irmas ]
.Quando o vestidinho ficava pronto,uma de nós o experimentava,só que,quando crescemos e a unica crianca que havia em casa era nosso irmão,ele passou a experimentar e depois,mais tarde,também meus filhos tiveram que se submeter a esta"prova", o que,para eles se constituia em uma verdadeira provação...mas valia a pena,pois,para ela aquele era o verdadeiro "espirito de Natal".Bons tempos aqueles...
Publiquei este texto no Natal do ano passado, mas a saudade daqueles tempos dos vestidinhos, me faz publicá-lo novamente...
Dia gris
Hoje está um dia cinzento,chuvoso,mas não está um dia triste.Há circunstancias na vida que requerem sensibilidade de nossa parte,principalmente nesta época que precede o Natal...as pessoas ficam com as emoções à flor da pele e temos que ter muito cuidado para não magoá-las.Qual foi a última vez que você deu algo para alguém,sendo que este"algo"era uma coisa da qual você gostava muito?Nesta epoca do ano eu me lembro muito de minha mãe...não tínhamos muito mas ela sempre,em todos os Natais de nossas vidas,fazia vestidinhos para criancinhas carentes da idade de uma de nós[éramos duas irmas ]
.Quando o vestidinho ficava pronto,uma de nós o experimentava,só que,quando crescemos e a unica crianca que havia em casa era nosso irmão,ele passou a experimentar e depois,mais tarde,também meus filhos tiveram que se submeter a esta"prova", o que,para eles se constituia em uma verdadeira provação...mas valia a pena,pois,para ela aquele era o verdadeiro "espirito de Natal".Bons tempos aqueles...
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Almoço de aniversário
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Bem vindos à minha festa de aniversário
Almoço no restaurante "Paraíso da Serra"
| Violinos em minha homenagem! Muito lindo! |
| Saboreando os petiscos! |
| O saboroso buffet quente |
| As saladas divinas |
| Uma parte da minha família(aquela carinha sapeca é de minha netinha) |
Foi uma tarde muito alegre para mim e para todos que participaram do almoço...pena que todos não pudesssem vir.Mas, como diz minha neta Ana Paula, temos que ficar felizes com tudo que a gente consegue...e estas caras de felicidade confirmam isto.
Um pouco de Pessoa para vocês....
Aniversário
Fernando Pessoa
(Álvaro de Campos)
(Álvaro de Campos)
No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.
Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
O que fui de coração e parentesco.
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
A que distância!...
(Nem o acho...)
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!
O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes...
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas
lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim...
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!
Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado —,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!..
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Mudaram as estações, nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim tão diferente
Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber, que o pra sempre, sempre acaba
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem
Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa
Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa
A voz grave de trovão e o ecletismo musical sempre foram características marcantes na música de Cássia Eller. Se estivesse viva, Cássia completaria 50 anos nesta segunda-feira (10).
Mudaram as estações, os anos se passaram...mas Cássia estará sempre viva em nossa memória, apesar de, tão cedo ter ido "de volta prá casa."
A voz grave e o ecletismo musical foram suas principais características. Por isso interpretou canções de grandes compositores do rock brasileiro, como Cazuza e Renato Russo, além de artistas da MPB como Caetano Veloso e Chico Buarque, passando pelo pop de Nando Reis e o rocks clássicos de Jimi Hendrix, Rita Lee, Beatles, John Lennon e Nirvana. Em 1989, a carreira de Cássia decolou, com ajuda de um tio gravou uma fita demo com a canção “Por enquanto”, de Renato Russo. O mesmo tio levou a fita à PolyGram, o que resultou na contratação de Cássia pela gravadora. Sua primeira participação em disco foi em1990, no LP de WagnerTiso intitulado “Baobab”. Teve uma trajetória musical bastante importante, embora curta, com algo em torno de dez álbuns próprios gravados no decorrer de doze anos de carreira.
Com a presença de palco marcante e intensa, Cássia Eller tinha preferência por álbuns gravados ao vivo e era convidada constantemente para participações especiais e interpretações sob encomenda, singulares, personalizadas. Outra característica importante é o fato de Cássia ter assumido uma postura de intérprete declarada, tendo composto apenas três das canções que gravou: “Lullaby” (parceria com Márcio Faraco) em seu primeiro disco, Cássia Eller de 1990 (LP com 60.000 cópias vendidas, sobretudo em razão do sucesso da faixa “Por enquanto” de Renato Russo); “Eles” (dela com Luiz Pinheiro e Tavinho Fialho) e “O Marginal” (dela com Hermelino Neder, Luiz Pinheiro e Zé Marcos), no segundo disco, O Marginal (1992).
2001 foi o ano bastante produtivo para Cássia Eller: participou do Rock in Rio, fez cerca de 95 shows e gravou o DVD Acústivo MTV. Infelizmente, no dia 29 de dezembro de 2001, Cássia faleceu aos 39 anos, no auge de sua carreira, em razão de um infarto do miocárdio.
Fonte:
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim tão diferente
Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber, que o pra sempre, sempre acaba
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem
Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa
Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa
A voz grave de trovão e o ecletismo musical sempre foram características marcantes na música de Cássia Eller. Se estivesse viva, Cássia completaria 50 anos nesta segunda-feira (10).
Mudaram as estações, os anos se passaram...mas Cássia estará sempre viva em nossa memória, apesar de, tão cedo ter ido "de volta prá casa."
A paixão de Cássia Eller pela música começou aos 14 anos, quando ganhou um violão de presente e passou a tocar as músicas dos Beatles. Aos 18, morando em Brasília cantou em coral, fez testes para musicais, trabalhou em duas óperas como corista, além de se apresentar como cantora de um grupo de forró. Também fez parte, durante dois anos, do primeiro trio elétrico de Brasília, denominado Massa Real, e tocou surdo em um grupo de samba. Trabalhou em vários bares (como o Bom Demais), cantando e tocando. Mas despontou no mundo artístico em1981, ao participar de um espetáculo de Oswaldo Montenegro.
A voz grave e o ecletismo musical foram suas principais características. Por isso interpretou canções de grandes compositores do rock brasileiro, como Cazuza e Renato Russo, além de artistas da MPB como Caetano Veloso e Chico Buarque, passando pelo pop de Nando Reis e o rocks clássicos de Jimi Hendrix, Rita Lee, Beatles, John Lennon e Nirvana. Em 1989, a carreira de Cássia decolou, com ajuda de um tio gravou uma fita demo com a canção “Por enquanto”, de Renato Russo. O mesmo tio levou a fita à PolyGram, o que resultou na contratação de Cássia pela gravadora. Sua primeira participação em disco foi em1990, no LP de WagnerTiso intitulado “Baobab”. Teve uma trajetória musical bastante importante, embora curta, com algo em torno de dez álbuns próprios gravados no decorrer de doze anos de carreira.
Com a presença de palco marcante e intensa, Cássia Eller tinha preferência por álbuns gravados ao vivo e era convidada constantemente para participações especiais e interpretações sob encomenda, singulares, personalizadas. Outra característica importante é o fato de Cássia ter assumido uma postura de intérprete declarada, tendo composto apenas três das canções que gravou: “Lullaby” (parceria com Márcio Faraco) em seu primeiro disco, Cássia Eller de 1990 (LP com 60.000 cópias vendidas, sobretudo em razão do sucesso da faixa “Por enquanto” de Renato Russo); “Eles” (dela com Luiz Pinheiro e Tavinho Fialho) e “O Marginal” (dela com Hermelino Neder, Luiz Pinheiro e Zé Marcos), no segundo disco, O Marginal (1992).
2001 foi o ano bastante produtivo para Cássia Eller: participou do Rock in Rio, fez cerca de 95 shows e gravou o DVD Acústivo MTV. Infelizmente, no dia 29 de dezembro de 2001, Cássia faleceu aos 39 anos, no auge de sua carreira, em razão de um infarto do miocárdio.
© www.cassiaeller.com.br
www.cassiaeller.com.brterça-feira, 27 de novembro de 2012
Minhas Janelas
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| Esta é a janela de minha saleta |
| A mesma janela em outro momento |
| Janela do consultório de meu irmão...é aí que passo as minhas manhãs |
![]() | |||||
| E como não se vive sem sonhos, esta é a janela dos meus sonhos...E um poema de Cecília Meireles para adoçar a nossa manhã chuvosa...
A arte de ser feliz
Cecília MeirelesHouve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde, e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz. Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Ás vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz. Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim. |
domingo, 25 de novembro de 2012
UM DOMINGO FELIZ
| O Shopping do Alto e a beleza de sua arquitetura...e de suas plantas. |
Ariel e sua pose após o banho
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Manhã de domingo: apassarinhei-me... Alegria é brincar nas poças de sol.
M. M. Soriano.....................................................................................................
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
O belíssimo crepúsculo de nossa cidade ontem
Uma visão do por do sol, da janela de nosso sotão.
E um pouco de Quintana para afagar a alma...
Uma visão do por do sol, da janela de nosso sotão.
E um pouco de Quintana para afagar a alma...
As Coisas
O encanto
sobrenatural
que há
nas coisas da Natureza!
No entanto, amiga,
se nelas algo te dá
encanto ou medo,
não me digas que seja feia
ou má,
é, acaso, singular...
E deixa-me dizer-te em segredo
um dos grandes segredos do mundo:
- é simplesmente porque
não houve nunca quem lhes desse ao menos
um segundo olhar...
sobrenatural
que há
nas coisas da Natureza!
No entanto, amiga,
se nelas algo te dá
encanto ou medo,
não me digas que seja feia
ou má,
é, acaso, singular...
E deixa-me dizer-te em segredo
um dos grandes segredos do mundo:
- é simplesmente porque
não houve nunca quem lhes desse ao menos
um segundo olhar...
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Pouso Alegre é uma cidade onde vivi dos cinco aos nove anos. Amei morar lá, fiz muitas amizades e um dia pretendo voltar e rever os lugares que habitam minhas recordações e os amigos que jamais esqueci.
Hoje deparei com um poema e uma prosa poética de uma moradora da cidade dos meus sonhos.
Hoje deparei com um poema e uma prosa poética de uma moradora da cidade dos meus sonhos.
- Somos viajantes do tempo em uma vida situada em algum ponto entre o nascer e o infinito Somos atores em papéis diferentes Somos simples e complicados ao mesmo tempo Dóceis com os amigos e ferozes quando provocados Em um momento calmaria, noutro explosão Nós mesmos, não sabemos o que queremos. Nossa maior missão é nos conhecermos de verdade, descobrir quem somos e o que pode preencher a nossa alma. Para sermos verdadeiramente felizes precisamos sempre dizer : eu me aceito como sou Quero só deixar amigos, flores e um desejo sincero de retornar. Aprendi que sou parte da estrada de muita gente e quero estar sempre pronto para recomeçar porque estou no caminho e preciso amar ... '''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' "Não importa que algo de bom tenha acabado. O importante é que algo de bom tenha acontecido!" ''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''
- "Se eu tivesse dedos de fada,
- Bordaria estrelas no jardim...
- Que fossem macias e estofadas,
- Para que, descalço, você andasse sobre elas,
- Como quem pisa em canteiros de cetim.
- Se eu tivesse dedos de fada,
- Desenharia flores pelo teto,
- Que fossem azuis e perfumadas,
- Para que os anjos, devidamente seduzidos,
- Dissessem Amém aos seus sonhos preferidos
- Se eu tivesse dedos de fada,
- Rabiscaria acordes nos espaços,
- Que fossem quentes e excitantes,
- Para que você desdenhasse do cansaço,
- A cada vacilo no seu chão de caminhante
- Mas, por eu não ter dedos de fada,
- Vou tentar modelar como um poeta,
- A palavra correta e o peito ardente.
- Para que você descubra finalmente
- Que sou sua poesia predileta. "
- (Flora figueiredo)
- Mora em Pouso Alegre
- Nasceu em 5 de abril
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
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